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Inquérito

Olá.

       No âmbito do nosso projecto decidimos realizar um inquérito para apurar os conhecimentos da comunidade escolar sobre as Células Estaminais. Para tal, gostaríamos que respondesses ao inquérito que se encontra disponível aqui.


Encerrado
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Tipos de Células Estaminais


Há 3 grandes tipos de células estaminais: as células totipotentes, células multipotentes e células pluripotentes.
                
- As células totipotentes apresentam um potencial de diferenciação ilimitado.

- As células multipotentes têm um potencial de diferenciação limitado a alguns tipos de tecidos, estando presentes nos fetos, no cordão umbilical, na placenta e nos indivíduos adultos.

- As células pluripotentes têm uma capacidade de diferenciação maior que as células estaminais multipotentes, podendo originar qualquer tipo de tecido com excepção da placenta.



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Potencialidades das Células Estaminais


A maior potencialidade das células estaminais é a sua capacidade de diferenciação celular noutros tecidos do corpo, tais como: órgãos, nervos, ossos.

Devido a esta sua característica de diferenciação celular, as células estaminais são muito importantes, principalmente na aplicação terapêutica, sendo potencialmente úteis no tratamento de doenças cardiovasculares, neuromusculares, ósseas e anomalias sanguíneas.

Assim, o principal objectivo das pesquisas com as células estaminais é usa-las para recuperar os tecidos danificados por estas doenças. Estas células podem ser encontradas nas células embrionárias e em vários locais.
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Transplante de células estaminais curou homem com VIH

Nos últimos anos, graças ao avanço da ciência e a custo de uma grande quantidade de medicamentos, quem sofre de VIH tem visto a sua qualidade de vida melhorar, apesar de não haver nenhuma cura conhecida… Até agora.
O norte-americano Timothy Ray Brown tomava um cocktail de comprimidos para combater o VIH desde 2003, apesar de sofrer desta doença desde 1995. Em 2006, descobriu que sofria de leucemia mieloide e, determinado a curar esta forma de leucemia, submeteu-se a um tratamento de alto risco.
Timothy iniciou um tratamento de quimioterapia, que destruiu grande parte das suas células imunitárias, e ainda radiação em todo o corpo, antes de realizar um transplante de células estaminais, acto a que aproximadamente um em cada três pacientes não sobrevive.
Mas Timothy Ray Brown sobreviveu, livrou-se do seu tipo de leucemia e, como se não bastasse, as células estaminais parecem ter curado também a infecção do VIH.
A meio do mês de Dezembro de 2010 os médicos alemães publicaram o seu estudo oficial. Este mostra que Timothy não exibe sinais de infecção do VIH e o seu sistema imunitário funciona de forma normal. Está curado.
Infelizmente a cura é, provavelmente, única. Esta foi uma técnica bastante arriscada, que dificilmente os médicos tornarão a utilizar em actos normais, já que os actuais tratamentos, apesar de não curarem são capazes de prolongar a vida dos pacientes durante largos anos.
Mas este processo de cura é, assim, mais uma etapa para se chegar à solução deste mal.


Adaptado de: aeiou.expresso.pt
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O que são as Células Estaminais?


As células estaminais são as células mestras do corpo humano. Elas têm a capacidade de se dividirem e diferenciarem em diferentes linhagens, visto serem indiferenciadas e não especializadas.

Existem várias formas de se obterem células estaminais; através do embrião pré-implantado (células embrionárias), do embrião pós-implantado e do feto (células estaminais fetais) ou da placenta ou ainda do organismo adulto (células estaminais adultas).

A origem das células determina a categoria em que se enquadram: totipotentes, pluripotentes ou multipotentes. Cada categoria tem potencialidades diferentes.

Actualmente existem vários estudos a decorrer em todo o mundo de modo a encontrar uma forma segura e eficaz de aplicar as capacidades das células estaminais para tratar qualquer doença. 

Crioestaminal

Como já referimos na introdução ao blogue, o nosso grupo irá participar no concurso promovido pela Crioestaminal, "Crioestudante", que está disponível para os alunos do Secundário. Este concurso tem como objectivo a realização de um trabalho criativo sobre o tema das Células Estaminais tendo como sugestão de problema "O que nos reserva o futuro das células estaminais?".

Quando lemos o regulamento ficámos com uma dúvida que era a seguinte: O trabalho a enviar, segundo eles, tinha que ser em PowerPoint tendo apenas um resumo de 200 palavras em Word. No entanto a metodologia de trabalho habitual não é assim (primeiro cria-se o documento Word e depois o mais importante fica no PowerPoint) e quisemos obter um esclarecimento; fizemo-lo através do seguinte contacto alexandra.mendes@crioestaminal.pt.

O mail que nos enviaram foi o seguinte:

"Boa tarde

Peço imensa desculpa mas o vosso email passou-me despercebido.

O trabalho tem que ser em Powerpoint.
Terão de ter imaginação e colocar o conteúdo num ficheiro desse tipo. O
áudio e vídeo podem colocar como links do youtube, por exemplo, pois o
máximo são 10 MB e não será difícil com este tipo de materiais ultrapassar.

Mais alguma dúvida, não hesitem em contactar

Cumprimentos"

Queremos deixar aqui este esclarecimento pois outras pessoas poderão ter a mesma dúvida. Outra maneira de contactar a Crioestudante é através do facebook http://www.facebook.com/crioestudante
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Fazer sangue a partir de células da pele para tratar cancro

Investigadores especializados em células estaminais descobriram um novo método de fabricar sangue a partir de pele humana, que pode ser aplicado no tratamento de cancros, revela um estudo canadiano.
Este método emprega células da pele de uma pessoa para as transformar em células sanguíneas com o mesmo perfil genético sem precisar de usar células estaminais embrionárias, indica o estudo da revista Nature.
O facto de não recorrer a processos complexos e eticamente controversos permite uma utilização mais simples, segundo os investigadores responsáveis pela descoberta.
"Pensamos que no futuro poderemos criar sangue de uma maneira bem mais eficaz", frisou Mick Bathia, autor do estudo e investigador do Instituto McMaster da Escola de Medicina Michael G. DeGroote, em Hamilton, na província de Ontario.
A perspetiva de fazer uma transfusão num paciente com sangue proveniente da sua própria pele deixa antever um futuro em que já não seja preciso recorrer a bancos de sangue.
Em relação à utilização de células embrionárias, este método tem ainda a vantagem de não apresentar tanto risco de desenvolvimento de tumores.

(Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)

Retirado de sic.sapo.pt

Este estudo realizado no Canadá dá-nos a conhecer mais umas das muitas potencialidades das células estaminais e que as investigações realizadas com estas células são cada vez mais, e mais avançadas.
 
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